PROPAGANDA ELEITORAL?

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As duas principais candidaturas a presidência da Républica em 2010 elevaram muito os custos com os gastos da produção da mini série de tv de 50 capítulos, chamada de a propaganda eleitoral “gratuita” caracterizando uma propaganda que  teve mais aparência com uma produção de cinema de Hollywood, marcada pelos efeitos especiais e principalmente pela ficção, um caso unico no mundo. 

            O espaço que deveria ajudar na decisão do eleitor através do debate permanente das idéias e dos temas socias, acabou sendo de mera publicidade, até mesmo de publicidade enganosa e desrespeitosa, onde se permitiu vender presidente como se fosse mercadoria. No periodo eleitoral Roberto Pompeu de Toledo colunista da Veja disse: "o horário politico é uma conquistademocrática tem que ser preservado” agente até pode concordar com a afirmação, só não  podemos é esquecer os defeitos da fabricação: nehum candidato por exemplo compareceu ao vivo para discutir frente a frente com eleitor que inclsusive poderia ter interagido pela rede mundial de computadores, além disso, o exagero das cenas externas pre-farbricadas de pouca ou nehuma credibilidade ocorreu frequentemente. Tem mais, o conceito de informação politica ficou esquecido  o que vimos foi a tentativa de promover pessoas através das imagens de ações realizadas com dinheiro público, afinal agente viu muito mais propaganda de governos do que propostas. 
Isso tudo torna a propaganda eleitoral brasileira alienante e de mistificação, digna de uma democracia de segunda  categoria ou de um povo sem nenhum dicernimento politico. 

Do jeito que vimos em 2010 e provavelmente vai permanecer  em 2012, nós estamos estragando a boa invenção da propaganda eleitoral,  ninguém falou no excessso dos gastos publicos, nos altos impostos, nos juros exorbitantes, na burrocracia, na tragédia ambiental de esgoto, água e lixo nem nos apagões das infras estruturas economicas e  sociais o maior deles, que atinge todos os brasileiros desta terra de ninguém, pátria do salve-se quem puder, o da segurança publica destroçada. Definitivamente a propaganda eleitoral brasileira não é de confiança.


PROPAGANDA ELEITORAL?

Por Lázaro Farias

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